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O que eu queria ter ouvido na VGL se eu tivesse ido

Setembro 28, 2007

Confuso esse título né? Mas é só ler devagar que dá pra entender.

Bom, continuando o ‘O que eu quero ouvir na VGL 2007’ agora vou terminar o post como prometido mas com a diferença que eu não fui do concerto ( L ). Enfim, direto ao ponto!

 

Chrno Trigger Theme

Como não gostar a trilha de Chrono Trigger, até quem nunca ouviu falar no jogo (uma coisa quase que impossível) se apaixona pelas musicas do RPG clássico dos clássicos do longíncuo 1995.

vai dizer que voê não tem saudadesDentre todas as musicas do jogo (que por si só sustenta um concerto interiro) eu escolheria o tema principal com o trecho da musica trema de Marle, tocada de uma caixinha de musica. Se fosse pedir demais, seria mais perfeito ainda se fizessem um meddley das musica-tema de todos os personagens principais com o tema principal, mas isso é sonhar muito alto.

A musica é a coisa mais carregada de emoção que existe. Primeiro que ela é nostalgia pura, límpida, potável (etc), afinal CT criou raízes no SuperNes de muita gente, juntou legiões de fãs, e é só O MELHOR RPG existente até hoje (não venha falar de algum FF com um palhaço ou bichinha demoníaca aficionados na ‘mãe’, sou vidrado nesses dois capítulos da saga mas ainda hoje NÃO há RPG tenha superado a obra prima do dreamteam da Squaresoft).

 

Não sei porque CT não é muito tocado em concertos, a Square-Enix é um cú com o jogo e não deixa ninguém reproduzir suas musicas e suas imagens; e não deixa nem um grupo de fãs fazer um remake do jogo… o frescura como o título prodígio. Se ela pelo menos tocasse suas musicas em algum concerto pelo menos, mas ela só quer saber de Final Fantasies… de qualquer modo ainda acho que a Square está preparando seu retorno triunfal– com um remake pelo amor de Deus, afinal Chrono Cross já mostrou que continuações não se dão bem)… só espero que seja no DS ou Wii. Mas isso é assunto de outro post®.

De qualquer forma a única versão conhecida (por mim pelo menos) é a do antigo Orchestral Games Concert. Na quinta versão do disco foi tocada a musica tema com o mix da musica da Marle (a da caixinha de musica). Obrigatória!

 

The Legend of Zelda Theme

Sempre a mesma triforce e a mesma musica... mas pelo menos no jogo a musica não desagrada como nos concertos...Zelda é sempre bom, mas quem não está cansado da versão tema que é tocada em TODOS os concertos de games? A primeira versão orquestrada feita do jogo foi para o já ciatdo Orchestral Games Concert (não me pergunte qual versão), e isso foi no final dos anos 80’ (me corrijam caso errado). Essa mesma versão mais do que antiga é a usada em TODOS os concertos que contém a musica de Zelda. Não que a versão seja ruim, MAS JÁ ENCHEU O SACO ouvir a mesma coisa sempre!

Pô! Zelda é uma série tão rica na parte musical, porque não pegar alguma outra coisa? Como o ‘field’ por exemplo, temos as trezentas versões de Hyrule Field, assim como os ‘fields’ dos outros mundos dos outros jogos da série, e todos sem exceção são muito bons e memoráveis!

Ta, querem usar o tema de Zelda que é uma coisa mais padrão e nostálgica. Tudo bem, mas NÃO A VERSÃO ANTIGA PO! JÁ CANSO!! Aaah!

Para quem ainda não ouviu essa versão está aí.

Orchestral Games Concert – The Legend of Zelda Theme

Dancing Mad e Ending Theme

Esta é a do ultimo chefe do Final Fantasy VI, onde na minha opinião mestre Uematsu fez miséria do console, na composição e no conjunto musica-momento-historia-imagem (acho que quem faz isso é o diretor, mas tudo bem porque não sei quem dirigiu J). A musica embala uma batalha épica contra uma torre de estátuas no estilo romano (não sei se são estátuas, mas no jogo não se mechia), deve haver uma história ou sentido para aquela torre monstruosa, mas acho que morrerei sem saber. No topo da torre encontramos o palhaço sádico Kefka auto declarado imperador e salvador anjo (mesmo!) do mundo. Cada etapa da torre possui sua própria trilha sonora, o que são perfeitamente sincronizadas quando você ‘sobe’ de andar, as musicas seguem o estilo catastrófico sado-masoquista do antagonista misturadas ao tema do jogo, isso tudo seguindo o estilo rock metal, com órgão (daqueles grandões) e um pouco de coro (se tiver imaginação) numa tacada só (respira!).

Depois da batalha épica o jogo segue direto a um tributo a todos os personagens principais do jogo (14), com uma musica belíssima mostrando que o jogo vai deixar saudades. Após isso, a seqüência final do jogo com os personagens fugindo da ultima dungeon e os fatos derradeiros da trama. E depois um vôo com a Airship do game e sua musica tema numa versão alternativa, fazendo seu tributo ao 15º ‘personagem’ e deixando gostinho de missão cumprida enquanto passa os créditos. Fenomenal!!

 

Juntando os dois temas, que ao todo são 6 musicas distintas dão mais de 20 minutos no tempo (chutando pra baixo). Um final com uma trilha sonora merecida! E nunca ousaram tocá-la em um concerto!

 

Desesperos!

quero esses dias de volta!!Rareware

Qualquer musica da Rare, por favor! Tantas musicas que marcaram a minha vida, Donkey Kong Country (os três), Banjo-K/Tooie, Jet Force Gemini (!!!perfeita para concerto), Conker’s, e até mesmo Goldeneye e Perfect Dark… Qualquer uma por favor!! A Rare é muito boa, mas ninguém da valor ><!! Revolta!

 

Smashing… Live!

Trilha sonora orquestrada do Smash Bros Melee. Sua trilha sonora já é a nata da Nintendo, orquestrada então ficou êxtase de qualquer fã de qualquer série da Nintendo. E não espere ouvir as mesmas versões dos tradicionais concertos de games, são as versões orquestradas DO jogo.

Tá eles não realmente inovaram, mas pelo menos saíram do tradicional… se ouvir mais um tema do Mario ou Zelda igual eu soco o teclado malhando a infeliz!! AAAh!! Revolta (2)

 

 

Chega!! Vou ver o que tocou na VGL e depois eu posto mais alguma coisa… ai só fico esperando mesmo é o DVD… e a VGL08…

 

T´!

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Pout Pourri II: Feliz + Todas as pessoas merecem um Wii

Julho 11, 2007

Segundo Pout Pourri :-)

Todas as pessoas merecem um Wii!

Wii's AMuito tempo se passou desde que as gigantes da indústria dos games deram seus primeiros passos da geração conseguinte. A polêmica do 360 se adiantando das concorrentes ( e diga-se de pasagem, melhor coisa que a Microsoft fez), os segredos da batalha silenciosa entre a Nintendo e a Sony com seus console misteriosos, mas uma coisa se baia, o Playstation seria 3 =]. Muita coisa aconteceu desde então, a Microsoft se garantiu uma estabilidade no mercado, afinal o fogo do PLaystaion 3 era só fumaça (ou fogo mesmo, do jeito que aquilo esquenta) e já estamos mais do que acostumados com a mudança para o nome esdruxulo do até então Revolution (achei que nunca me acostumaria com ‘Wii’).

Eu ainda pude jogar qualquer um destes consoles… até anteontem um dia desses. Mas antes de ir para o assunto vou contar uma historinha:

Eu sempre menosprezei a Eletromil. Sério, aquela loja me dava nos nervos; toda vez que eu ia lá era super mal atendido, ficava esperando décadas até que alguem viesse falar comigo e se chamava alguem ou ficava no vácuo ou era respondido grosseiramente. Além de tudo é super careira! Mas a Eletromil é tão caminho e tem tanta coisa, que eu sempre acabo passando só para dar uma olhada nas novidades e tal. Sempre tá caro e nunca compro nada, mas sempre passo lá.

Sempre que vou pra Santa Efigênia dou um jeitinho de dar uma passada lá, e nas últimas vezes que fui acho que peguei um horário mais tranquilo porque estava realmente vazio. Dessas vezes que fui até que fui bem atendido (e sempre dava uma desculpa qualquer tipo meu primo pediu pra ver os preços, ou o tradicional “só to dando uma olhadinha”), mas anteontem superou qualquer atendimento de qualquer lugar que já tenha ido.

Apenas cheguei pra ver o preço de Pokémon pra DS, e fui trocando idéia com o atendente… coisa normal. Quando estava saindo eu vi… O WII! Tava lá paradinho tranquilaente rodando a tela inicial com os canais passeando pra lá e pra cá… O atendente voltou à mim para me falar sobre um campeonato de DS e viu meu interesse pelo pequeno Wii, pegou um jogo (Call of Duty 3) e começou a mostrar o game. Enqaunto isso agente foi conversando, e foi isso que mudou a minha visão da loja. O atedente não falou sobre Wii daquele jeito que estamos acostumados, o cara viu que eu manjava e começou a conversar comigo! Tá certo que era propaganda enrustida do videogame, mas mesmo assim, nunca fui tratado desse jeito numa loja de videogame, pode até ser que a primeira vez que pus as mãos no Wii Remote tenha subido minha cabeça e fiquei exasperado. Mas eu depois dessa volto lá.

E nossa o Wii!

Mesmo sendo um jogo tão criticado por todos os meios especializados, mesmo sendo uma adaptação feita as pressas dos outros consoles, Call of Duty 3 é muito bom. Tá, sei que na verdade o Wii é bom, mesmo se eu tivesse só passeando pelos canais do sistema eu ficaria do mesmo jeito que fiquei… mas meu, o Wii é muito foda…

Pensei que o Wii Remote era menor, que era mais pesado, que não era tão preciso, esqueci do auto-falante do controle, me confundi com as direções, tremia um pouquinho também… ah! É muita coisa e pouca coisa ao mesmo tempo. O tanto que passou pela minha cabeça em somente 10 minutos foi impressionante. Caramba! É o Wii!! Tem um Wii Remote e um Nunchaku na minha mão!!

Então ao fim dessa aventura, chego à conclusão que todos merecem o Wii… até os cachorros.

Ok, eu não poderia terminar um momento tão especial sem um trocadilho cretino XD (e olha que esse foi até para o título) :-) .

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Ah, falando em trocadilhos cretinos, no último post eu me superei hein! O advento de Advent Children e o resumo da ópera da ópera de Final Fantasy somado ao todos merecem um Wii, até os cachorros , foram digninamente cretinos a ponto de eu estar pensando em criar uma página só para eles… com seção de pesquisa e tudo. Só preciso criar um título suficientemente cretino… XD

Diálogo cretino:

tentando fazer a imagem do Mega Drive aparecer

-Essa droga de antena centenária não tá funcionando

-Continua mexendo, já dá pra ouvir a música

-É osmar

-Osmar?

-Osmarcontato…

-¬¬’

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Feliz

Tenho muitos motivos para estar muito feliz!!Primeiro é o fato do Wii aí em cima. Para o segundo motivo eu vou plagiar uma certa idéia de um certo blog =]

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Eventos e mais eventos e mais eventos

Nossa! Quanta coisa tá acontecendo em Sampa né! (duh! éDarwin Sampa, você quer o que?)

Fui na exposição de Darwin (que já está na ultima semana) um dia desses aí, e é muito bacana mesmo. Mesmo pro pessoal que não curte vale a pena dar uma passada lá, o único requisito é o mínimo de curiosidade. Não vou me alongar mais porque tenho preguiça, mas se você tiver um tempo livre vá que ainda tem 5 dias de exposição… e de segunda é de ‘grátis’!!

EIRPGDias 7 e 8 passados aconteceu lá no Marista Arquidiocésano (puta colégio fodêncio, vulgo Hogwarts tupiniquim) na Vila Mariana, o XV Encontro Internacional de RPG (EIRPG ou simplesmente O Internacional para os íntimos ou preguiçosos… ou seja: todo mundo :-) ). Foi muito bom! Fantasias chapadas, uma Jack Spearrol que até no banheiro representava (hilário), desfiles bacanas, tendas bem feitas e boa organização de todo o evento garantiram diversão a todos que lá passaram.

Só mais um aviso:

Joguem Catan!!!!

empolgadoooo Dia 21 é Anime Friends! AêêÊ!! Não é só dia 21, mas como eu vou no dia 21 então é o dia que importa =].

O evento vai ter váááários dias, então adeus à desculpa de que não deu no dia ou estaria muito cheia em tal dia… VÁ!!

…me convenceram a fazer cosplay de Gaara de novo (fiz isso no ano passado). Resisti no começo mas quem resiste a carinhas tristes de velhas amigas? Vou ser um Gaara de óculos e sem vaso, mas vou ser um Gaara :-)

Ah! eu vou dia 19 também para o campeonato de Smash Bros. Melee, e vou tentar dar uma passada no campeonato de Mario Kart DS também… ou seja, mais motivos para mais pessoas irem.

Setembro é meu aniversário! Setembro estréia Resident Evil 3 nos cinemas (e eu vou poder ir porque terei 18 anos :-) ). Setembro é VGL!!!

Mas essa é a notícia mais duvidosa desse post… na verdade é só um desabafo.

Depois de falar tnto em VGL, que não aguentava mais esperar, fazendo um puta post do que eu queria ouvir e etc etc, talvez eu não vá. É que sampa é um lugar longínqüo, não que isso seja um problema para mim, mas as pessoas que inicialmente iriam comigo estão ameaçando não ir… e o que seria do Lucas sentado numa mesa sozinho ouvindo as músicas mais fodas balançando a cabeça com ar de satisfação dizendo “como isso é bom!”. Se fosse um show mesmo, todo mundo em pé lá na frente e tal até ia, porque gamer é tudo gente boa (principalente os que curtem game music). Mas são mesas… numeradas!!

Bom, mas é tudo um talvez… mas vou torcer bastante para ficar só no talvez… torçam por mim também… quero muito ir T.T

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O terceiro motivo porque estou feliz é que finalmente terminei Wind Waker. Sério, nunca terminei um jogo e fiquei feliz em terminá-lo, não porque o jogo não acabava nunca e era um saco, pelo contrário, o jogo foi um o melhor Zelda que joguei até hoje (só não joguei Minish Cap e Twilight Princess). Fiquei com medo do que viria daqueles gráficos em Cel Shading (tá certo?), mas a maestria com que Eiji Aonuma lidou com o jogo foi inacreditável. Tudo está perfeito nos mínimos detalhes. É como jogar Zelda contado por outros olhos sabe? Tudo está lá de um jeito que só um Cel Shader
(ridículo isso ¬¬) poderia nos contar.

E quanto ao final… lindo!! Sério, senti vontade de levantar e bater palmas… simplesmente P-E-R-F-E-I-T-O (mas ainda sim, não o melhor…continue lendo^^)

–finalizando

Procurando o OST de Wind Waker, acabei achando esse site(clique em ‘Launch Music’ à esquerda/embaixo), nele tem tipo uma radio e fica tocando diversos clássicos do RPG. E olha só, já ia tirar mas começou a tocar o tema final de FF6, sem duvida o MELHOR final de um RPG com a melhor trilha sonora possível. Sério, quem ouviu (e jogou o jogo, porque senão não entende nada) sabe. O único que tem peito pra competir com a trilha sonora e o final de FF6 e o tão vangloriado Chrono Trigger… só gigantes =]

PS: Perceberam a iutilidade do primeiro parágrafo? Sim, eu estou tentando treinar minha escrita… cheguei a conclusão que ficarc onversando no blog não está ajudando muito (mas ajuda sim), então vou tentar continuar a colocar dissertações ou parágrafos mesmo, de texto culto e certinho :-) .

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O que quero ouvir na VGL 2007?

Julho 1, 2007

Continuando o post anterior, mas não com coisas sérias desta vez =].

Aquele trailer me deixou muito ansioso (mesmo) para ir logo pra VGL desse ano. E como o tempo provalvelmente não vai acelerar, minha mente, mesmo que eu não queira, vai imgainando como vai ser o tão esperado concerto. O lugar, a emoção, o telão, a orquestra, o coral, e até as músicas.

Então para abafar esses pensamentos incessantes (vulgo falta de criatividade para um post decente^^) eu vou listar as músicas que quero ouvir na VGL esse ano.

VGL!

Maria and Draco, Aria di Mezzo Carattere

Opera house!–Resumo da ópera (trocadilho cretino ¬¬)

Começando pela tão clássica, mas pouco (re)conhecida ópera da nata da geração 16-Bit Final Fantasy VI. A ópera, mesmo sendo uma ópera, vicia qualquer um (quem jogou sabe do que estou falando). Mesmo na época que o jogo foi lançado (1994 ou 95 acho), Mestre Uematsu fez miséria da placa de som do Super Nintendo transmitindo fielmente uma orquestra e imitando vozes sinteticamente (tá, tinha que ter muita imaginação para ouvir ‘vozes’, mas po! foi a 10 anos atrás, aquilo foi uma senhora evolução pra época).

Mais tarde foi lançado o álbum The Grand Finale, com versões orquestradas da trilha de FFVI, dentre elas continha a ópera, mas somente a Aria em italiano(tipo o solo da mulher que canta… me corrijam se estiver errado, não manjo de óperas e arias).

A ópera teve versões com orquestras de verdade e é figura carimbada em concertos de jogos de RPG, da Square-enix e de Final Fantasy no Japão até hoje.

--Expectativas

Nunca curti óperas, mas a faixa mais lembrada de FFVI cativa qualquer um, e comigo não foi diferente. Duvido muito que toquem na VGL, acho que até causaria má impressão (“uma ópera no meio dum concerto de videogames!? daonde tiraram aquilo!?”), afinal é pouco conhecida (pelo menos aqui no Brasil).

--Mais

Artigo no Wikipedia

Íncrivel resenha do Fabio sobre FFVI e a ópera

Ouça a versão do concerto More Friends, music from Final Fantasy (versão em inglês, acho mais ‘ouvível‘ do que a em japonês), parte 1parte 2.

Advent: One Winged Angel

--Sobre

O anjo de uma asa.A original que tocava na batalha final de Final Fantasy VII já era arrasadora. Depois com o advento de Advent Children (segundo!!), Mestre Uematsu teve a oportunidade de fazer ele mesmo o que todos tentaram e não conseguiam:uma versão orquestrada com heavy metal da faixa. Ele dizia não estar satisfeito com as tentativas dos fãs e fez a sua versão incrivelmente fodástica e destruidora de One winged Angel.

Com coral, heavy metal, orquestra e um clima morte-terror-insanidade-ódio (ou simplesmente Sephiroth) a música embalava a luta mais esperada do longa computadorizado, concretizando o sonho de muitos maníacos por FFVII ao assistir a luta de Cloud e Sephiroth.

A música sofreu uma adaptação para o mesmo concerto que citei lá em cima: More Friends, music from Final Fantasy e é aclamda e glorificada em todo mundo (acho! mas provavelmente é ^^).

--Expectativas

Comecei a jogar FFVII justamente por que ouvi a música. Com a variedade de jogos que temos hoje precisamos de um certo incentivo para se aventurar num jogo desconhecido, como prezo muito a parte sonora de um game isso foi suficiente para começar a jogar este.

A música é foda! Mesmo mesmo! É foda demais. Pode soar como mais um seguidor do Sephirotelismo que você provalvelmente já encontrou na internet, mas é muito boa mesmo. Geralmente as pessoas (eu pelo menos) só se apegam a uma game music só depois de destrinchar o jogo e entendê-la (ou criar um elo afetivo…que gay¬¬), mas One Winged Angel vicia qualquer um que curte o mínimo de RPG, games e heavy metal (ou rock mesmo). E olha que eu nem curto tanto de heavy metal!

Ano passado a música foi tocada no VGL aqui no Brasil, mas como ela é famosíssima acho que há chances de ser tocada denovo (espero). Agora vamos sonhar: se tocassem denovo esse ano bem que poderia ser com uma banda de heavy metal né! Quem ouviu as duas ( quem não ouviu pra tudo há o Youtube) sabe que a versão sem guitarra e bateria chega ser broxante.

--Mais

AMV do filme FFVII: Advent Children com a versão One Winged Angel do mesmo filme.Obs.: A parte que a música dá um estouro e depois contrasta de repente com uma calmaria temporária (quase no final ) , na minha opinião a melhor parte, está diferente nesse vídeo. Essa versão que falo é do álbum More Friends, e se você tiver paciência de baixar o álbum inteiro para ouvir só essa musica (acredite, vale a pena) está no Final Fantasy Brasil, só clicar aqui!

Musica tocada no VGL2006 no Rio (sim, o mesmo que vai pro DVD). Detalhe para os cosplays… tirem suas próprias conclusões =]

Será que esse ano vamos ver esses denovo?

Tema de Exile: Myst III

--Sobre

A música que embalava os trailers de Myst III: Exile só deixava os fão mais ansiosos com o jogo. O trailer tentava mostrar um pouco de ação, o que há muito pouco (senão nenhuma) no jogo, mas conseguiu seu intuito que era icentivar as vendas. Também, com gráficos desses e uma muúica dessa qualquer um compraria. O jogo segue a linha tradicional de Myst com gráficos excepcionais, trilha envolvente e puzzles de foder com sua cabeça (isso ficou feio).

Não manjo de musica e instrumentos musicais… mas vou arriscar aqui para tentar fazer vocês imaginarem.

Myst IIIDenovo há um coral aqui (já deu pra perceber que sou fã disso né =P), tipo aquelas musicas de guerra dos filmes “As cronicas de Narnia” e “Senhor dos Anéis” ou de algumas animações da Blizzard. A presença de instrumentos musicais rústicos-tribais (ó eu inventado coisas =] ) dá um toque de originalidade à faixa, e o ritmo ‘empolgante’ da musica fazem desta faixa a uma das melhores trilhas dum jogo que eu já ouvi.

(fico muito tosco esse parágrafo!! da próxima vez fale de alguma coisa que você entenda Lucas. Mas eu vou deixar isso aí só por diversão)

--Expectativas

Essa música é só sonho mesmo! Com a tendência “jogos de ação, esporte e baseados em filme vendem mais”, jogo alternativos acabam perdendo o seu brilho e sendo pouco lembrados. Mas o que custa sonhar um pouco… quem sabe né…

Novamente, eu voltei a jogar A série Myst só por causa da musica. Foi mais ou menos assim:

–Nossa que musica foda!! Daonde é? Myst, caramba! Travei no primeiro jogo, mas vou dar uma chance denovo pra esse jogo de louco.

Hoje sou sou um louco. =]

Estou no segundo jogo da série; devagar que só…ô joguinho difícil.

(isso não foi um monólogo e eu NÃO falo com meu computador, eu adaptei porque ia ficar muito cansativo…isso já tá grandeee)

--Mais

Trailer do jogo (aquele que simula uma ação de Myst)

Musica propriamente dita.

Tudo sobre Myst neste íncrivel site. Trabalho primoroso e super detalhado do autor da página… e ainda por cima é brasilerio!!

Curiosidade: o co-criador da VGL, Jack Wall é o compositor de Myst III (acho. Que ele é compositor da música é fato, mas do jogo eu só presumi^^). Será que isso aumenta minhas chances de ouvi-lá esse ano?

Myst III

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Olha, cansei de escrever… (sou sincero=]) então vou parando por aqui. Depois eu posto a continuação… tem mais ainda algumas coisas que quero ouvir na VGL (Fountain of Dreams, World of Warcraft, Rareware, etc)

E amanhã eu arrumo os erros, termino de colocar os links e ponho umas imagens, porque só texto é muito cansativo… mas vou dormir, amanhã tem simulado…

E você que tá lendo, o que quer ouvir na VGL esse ano?

t´+!

To be continued…

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Geo-política e Video Games Live… hein?

Junho 27, 2007

Simplesmente sem nenhuma informção da VGL no Brasil esse ano até agora. Mas de repente surge do nada o site da VGL 2007 no Brasil, não lembro onde eu achei, mas o importante é que eu achei =].

Enfim, o site apareceu sem nenhuma novidade, apenas que o VGL iria voltar ao Brasil. Opa, isso já é uma grande coisa; eu já estava pensando que o Tommy Tallarico e o outro indivíduo que veio junto (só lembro que eram dois…acho) Jack Wall já tinham se decepcionado com o publíco brasileiro e o próprio Brasil (o que não é difícil).

Dias se passaram e um novo post no blog da VGL revelava as datas, os locais do show e quando seriam vendidos os ingressos (Julho, só avisando). Eba! Se eles vem eu vou; achei um sacrilégio perde-lo em 2006 e agora não perco isso nem fodendo (desculpem, foi necessário XD).

Tirando as tradicionais contas para encaichar o dinheiro da entrada + transporte e etc, os dias foram se seguindo até que uma nova atualização no site fazia prapaganda do DVD da VGL 2006… filmado no Rio de Janeiro…

quÊ? Tem certeza?

Segundo o o site, o co-criador Jack Wall adicionou “O show no Brasil foi absolutamente maravilhoso. A platéia foi inacreditável e o nível de energia não perdeu pra ninguém.”

Aí vem os tradicionais pensamentos instantâneos pré-fabricados pela nossa cultura (aqueles que não devem ser usados em redações, afinal todo mundo tem essa primeira idéia^^) : “Claro! O Brasil é a terra do carnaval e do futebol, temos energia e vitalidade sobrando!”

Mas mesmo assim tem alguma coisa de errado quanto a isso… não entra na minha cabeça que um show desse calibre que veio pro Brasil quase que ao acaso (ou muitas súplicas dos gamers – isso eu não posso afirmar =]) simplesmente ganha o DVD… tá, eu posso tá exagerando, mas acho muita negligência acredita que foi só porque os criadores ‘amaram o Brasil e seu povo’. Que bunitinhu.

Sim, acredito que o púlico brasileiro deve ter feito miséria comparado aos outros públicos. Afinal é a primeira grande coisa sobre games desde a EGS (que se foi assim como se veio), e po! é um concerto, um PUTA concerto de renome. Meu, é a VGL, A VGL. Tinha uma coisa contida nos gamers brasileiro pra esse concerto, por isso não achei estranho quando li (tava lá, mas sumiu… achei isso no 16-BIT) que um carinha tinha até chorado no meio do show. Ok, achei tosco, muito tosco, mas mesmo assim não me surpreendi (se tivesse tocado Aria de Mezzo Carterre – ópera do FFVI – eu tinha chorado também).

Enfim, não acho normal esse negócio do DVD ser justo do show do Brasil só por causa disso. Ou os outros shows ao redor do mundo não foi aquela coisa, ou houve uma propina ai por trás… Tá, falar disso já é coisa mais séria, mas pensa bem, só pode ser isso.

Que é uma coisa muito boa é, afinal sendo por o Brasil ter tido um show execpcional ou por $ por trás mostra que o governo tá se importando com o mercado de games do Brasil. O fato que é um GRANDE passo pro país no mundo dos games… quem sabe um dia estaremos definitivamente no mapa?

.

Calma! Ainda não acabou, agora vem a melhor parte. No site (não vou colocar o link denovo) tem um trailer do DVD. E como diria Jacinto: “Que maçada!”.

Bom, primeiro que metade do trailer mostra noassa querida cidade maravilhosa, desde capoeira, Copacabana, e um sem número de voltas pelo Cristo Redentor (foi por causa dessa propagamda aparentemente sem sentido que liguei com o $ por trás); tudo isso embalado a uma musica de começo do Rei Leão. Sim, parece que lá fora ainda acham que agente anda pelado em meio a macacos e floresta Atlantica (+ amazonas e Night Elvas para gamers e RPGistas) e que a unica de decente coisa que temos aqui é mulheres perfeitas e peladas + orgias no nosso tão condescendente Carnaval.

Deixando de lado a revolta geo-política, o resto do trailer foi muito bom. Nossa World of Warcraft! Nossa One-Winged Angel! Nossa tudo!! Queria ter ido… =[

Bom, cansei. To com medo de me chingarem por que fui longe demais, ou isso ficar famoso e quiserem me processar ou sei lá... que medo... (viageeem). Qualquer coisa tenho a Liberdade de Expressão ao meu favor. =]

Não terminei esse post ainda… quero fazer uma lista de musicas que quero ouvir na VGL… portanto T´+!!

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Pout Pourri: Já Nostálgico/ Primeira do Cursinho

Junho 10, 2007

Primeiramente me desculpem por não postar na semana passada… portanto eu vou por um post duplo aqui…

Mas antes disso eu preciso dizer (se eu não escrever vai ficar entalado aqui dentro) .

HEROES É FODAAAAA

-Já Nostálgico

Só existem poucas coisas nesse planeta que me despertam aquela coisa lá dentro, aquela ansiedade magnânima que não se compara a qualquer coisa.

Essas coisas são (até onde lembro): Starcraft (da Blizzard), Square-enix (FF6, Chrono Trigger, Crystal Chronicles), The Legend of Zelda, Super Smash Bros., André Vianco (não ele, os livros duh! – Os Sete, Bento, etc), Resident Evil (livros, games, etc), Rareware (Perfect Dark, Jet Force Gemini Conker’s BFD) e agora Heroes.

portanto, novamente…HEROES É FODAAA

Acabou. Acabou a temporada. Na época que Heroes estava sendo comparado com Lost, quando os produtores falaram que Heroes não teria mistérios demais, que seriam desvendados sem enrolação, que seria uma coisa dividida e limpa, sem confusão eu não levei muita fé. Como eles iriam empolgar o telespectador para a temporada seguinte sem isso?

Mas isso não importava mais, porque o durante da temporada provou que mesmo o final sendo decepcionante (vide livros do André Vianco) valeria a pena ter assistido cada tomada.

E veio o Season Finale que não abandonou o clima de futuro inevitável desde “Five years gone” não o negando e nem afirmando, deixando a pessoa aqui empolgada na frente da TV ansiosa até os últimos 5 minutos, que foi até onde durou esse é-não é.

TODOS os personagens se encontrando, as cenas de te-conheço?, tudo, tudo foi perfeito! Até soltei um YIKES quando a Nikki foi pra cima de certa pessoa (não vou falar quem =]).

Isso até os últimos cinco minutos. Depois quando tudo parecia ser previsível veio o boom (literalmente… ou não). Surpreenderam até o ultimo segundo mesmo, vai dizer que você não achou que aquilo era um dragão!?

Foda demais. Pôs um ponto final e já deu um espaço na outra linha pro próximo parágrafo.

E que venha “Gerações”

Olha pra cima!!

Vou aproveitar essa deixa para estrear ‘frases’. Ta, não e nada original, mas acho uma coisa muito legal (não acredito que estou fazendo rimas toscas ¬¬). Enfim, aí está.

[atenção spoiler de Heroes]

“Did i throw you out a window?”

Nikki/Jessica quando reencontra Parkman em Heroes episódio 22.

-Primeira do Cursinho

O QUÊ?? Eu tenho um estilo?

Ontem foi aula de redação no cursinho. Eu gosto da aula, e gosto de fazer redações (tanto que já pensei em fazer jornalismo). Mas odeio me forçar para ter idéias decentes para as mesmas, é frustrante demais isso.

O blog é justamente para corrigir essa minha falha gênica em dissertações e etc. Mas aconteceu uma coisa incrível ontem na aula. A professora simplesmente jogou uma bomba em nossas mãos: “O tema é ‘A verdade é relativa’”. Ta, fodeu, o que eu vou falar sobre isso? Mas aí a aula virou um workshop e todo mundo dava idéias sobre o tema (inesquecível, um puta debate entre duas alunas sobre as ciências exatas ser relativa e não uma verdade, com a professora lá na frente: “Fight Fight Fight!!” foda). Tirando a parte que eu relacionei a história da matemática com a verdade ser relativa, – tô orgulhoso até agora por ter pensado naquilo^^ – não consigo acreditar até agora como eu consegui fazer aquela dissertação – que eu estou ainda mais orgulhoso por ela.

Eu viajei total nessa redação, contei história, conversei com o leitor (mau do blog aí ó) e não conclui. Mas fui eu lá falar com a professora pra tentar dar um jeito na criança, ainda tinha esperança. Aí veio a surpresa: eu não tinha que mudar nada, tava ótima, ela elogiou a redação e falou que eu tenho um estilo!!

Eu nem fiquei feliz né! Primeira redação Flawless Victory! Fiquei assim o dia inteiro, minha amiga até disse que foi a maior besteira ela ter elogiado meu trabalho. Não preciso dizer que nem liguei né, to assim até agora =]

Segundo a professora, a redação estava extremamente irônica, com um final agressivo e be– … confiram por vocês mesmos: =]

Tema: A verdade é relativa

Produto da Globalização

Antigamente a verdade era única, pois não havia como comprová-la. Hoje, com a globalização a verdade se tornou um mero produto.

A verdade em si é absoluta, ela é uma só. Mas depois da verdade há o processo de manufaturação da mesma; até ela chegar ao mercado consumidor há sucessivas correções da verdade. Já no seu produto final temos um montante de verdades da mesma verdade.

Nós aparentemente, só desempenhamos o papel da árdua tarefa de escolher qual delas comprar. O preço não é caro, na maioria das vezes é até de graça , mas não pense que o produtor da verdade não sai lucrando.

Ao comprarmos uma verdade estamos sendo vítimas do inevitável pseudo-livre arbítrio. Quando achamos que temos nossos próprios conceitos na verdade adotamos um já pré-fabricado e passamos adiante nossas opiniões.

Pronto, missão cumprida! Fizemos o trabalho sujo dos produtores, polinizando todos a nossa volta com sua verdade inverídica!

 

Mais um pouquinho hehe…

Tenho uma outra redação pra digitar sobre a podreza (neoplastas unidos^^) do mundo, mas já digitei demais, meus dedos doem, o almoço ta pronto e duvido que você ( se leu até aqui) vai querer ler mais um pouco. Ah! Quanto ao texto que eu prometi (Ontem foi dia da Nostalgia) naõ vou mais escrever porque já passou da validade, faz muito tempo então apenas lembrem-se que 18 de Maio é dia nacional não-oficial da nostalgia!

Sem mais, t´+

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Decepção na “Era perdida dos Videogames”

Maio 24, 2007

Hoje ontem passou na Discovery Channel o segundo de cinco episódios do documentário “A era do videogame”.

Eu li uma matéria na Folha Ilustrada sobre o documentário há umas duas semanas que enchia de elogios a prestativa iniciativa de fazer um documentário sobre games e blábláblá.
Assim sendo eu já fui esperando alguma coisa a mais daquele programa.

E realmente me surpreendi com aquele que prometia ser só mais um documentário de videogames. O programa estava bem escrito, bem organizado, bem documentado, só não me peça para dizer que foi bem dublado!! =P
Até que chegamos no meio do segundo episódio, quando se falava sobre o reerguimento da Sega no mercado de consoles com o Mega Drive e seu jogo estreante com o “anti”-protagonista cuja atitude refletia um comportamento “mais adulto” diferenciando da concorrente Nintendo.
Claro! Sonic foi o maior anti-protagonista que já se viu. Corre por um campo florido e colorido, coleta gemas e anéis brilhantes, luta contra um cientista malvado para salvar animaizinhos inocentes da floresta.
Mas tudo bem, se o Sonic representou isso nos adolescentes e jovens adultos da época quem sou eu para discordar, afinal eu era só uma criança.

Continuando com a evolução dos videogames o documentário simplesmente pulou geração dos 16-bit (somente citando o Sonic mesmo) e foi direto para o Playstation.
É aí que a coisa fica feia. Você se perde diante de tanta confusão que eles fazem.
Primeiro o documentário fala que o Playstayion se deu bem no mercado porque tinha uma atitude mais adulta. Peraí, o Mega Drive já não tinha feito isso?
Mas eles não caíram na incoerência (ainda). A explicação: o Mega Drive não era “suficientemente” adulto. O Playstaion sim representava a rebeldia dos jovens (que por acaso eram japoneses punk).

Agora a coisa cai pro fundo do poço: é mostrado um comparativo para representar a imaturidade dos jogos dos jogos da Nintendo colocando de uma lado Super Mario World e Crash Bandicoot como CONCORRENTES. Primeiro: tenho certeza que existem muitos jogos maduros do PlayONE, mas acho queCrash Bandicoot não seja o maior exemplo de maturidade e vilência do console. E segundo jogos de 6 anos de diferença definitivamente NÂO SÃO CONCORENTES!!

Depois o negócio não melhorou muito, mas não tinha como piorar mesmo…
Começou a se falar sobre os roteiros de jogos , fazendo uma comparação entre o roteiro realístico e dinâmico de GTA3 com Final Fantasy VII. Tenho certeza de que o indivíduo que estava comparando esses dois jogos tinha um motivo coerente, mas como em muitos comentários de pessoas famosas picados que vemos na maioria dos documentários o contexto em que foi colocado a opinião dessa pessoa (realmente não lembro quem era) ficou como se o roteiro de GTA3 fosse a evolução dos roteiros dos games. Opinião e gostos do jogadores não interferem e nada aí né!

Cometer um erro na historia do Sonic (que eu nem sei se é erro mesmo) é uma coisa. Agora pular toda uma era importantíssima para os videogames como foi a de 16-bit generalizando-a com games infantis e fazendo comparações totalmente incoerentes e mal colocadas é outra completamente inaceitável.

Tá, eu sei que eu não sou o público alvo desse documentário, mas já está na hora de pessoas que entendem de videogame fazerem esse tipo de coisa e não deixar leigos que deixam o co-diretor da Microsoft fazer propaganda da Xbox Live num documentário!!!!

Acho que estou exagerando como sempre, mas nem tudo são espadas e rojões. Até antes dessa confusão-mor, o documentário tinha sido fantástico, ver grandes nomes (que eu não lembro de nenhum) dos games ‘ao vivo’ e saber de toda história dos games primitivos desde Pong a a Space Invaders e Atari foi incrível (falta de adjetivo descente é foda né).
Enfim, ainda tem chance de melhorar (corrigir, impossível!), só estamos ainda no segundo episodio.

Ah! e para quem acompanha o blog e não curte/entende de games, amanhã ou depois eu posto de novo.
Amanhã ( ou depois) : “Ontem foi o Dia da Nostalgia”.